Na tarde de 22 de setembro, o candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) confirmou o falecimento do seu conselheiro de campanha, o empresário Bruno Avelar, em queda de helicóptero ocorrida em Santa Catarina no dia 21 de setembro, com corpo localizado em Urubici no dia seguinte; Cury cancelou a agenda de campanha da manhã e emitiu nota oficial manifestando consternação, solidariedade com a família e impossibilidade de cumprir compromissos devido à tragédia.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A investigação apurada pela Polícia Civil de Santa Catarina confirmou que o helicóptero caiu em área de difícil acesso na Serra do Tabuleiro, zona rural de Santa Catarina, após perda de contato com o radar às 15h30 do dia 21 de setembro, quando seguiam viagem com cinco ocupantes, entre eles o cantor Rick e o empresário Bruno Avelar; as buscas coordenadas pelo Comando de O perações Aéreas resultaram na localização dos destroços no início da tarde do dia 22, em Urubici, onde o corpo do conselheiro foi reconhecido pelas autoridades competentes.
O conselheiro Bruno Avelar, fundador do Poder do Network e investidor estratégico em projetos de empreendedorismo girou entre os círculos de influência política e empresarial catarinense, tendo assumido papel relevante como mentor de jovens empreendedores e articulador de redes de negócios na região sul, conforme comunicado oficial divulgado por sua equipe em seu perfil institucional digital.
Bruno Avelar, conselheiro de campanha de Augusto Cury, morreu em queda de helicóptero em Santa Catarina no dia 21 de setembro, com corpo encontrado em Urubici no dia 22.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A nota oficial divulgada pela equipe de Cury destacou que 'não será possível cumprir os compromissos programados para esta tarde', reforçando a gravidade emocional vivida pelo candidato e a necessidade de respeito ao luto familiar, enquanto a Justiça Eleitoral ainda não se manifestou formalmente sobre eventuais impactos procedimentais na agenda do partido.
Especialistas em direito eleitoral apontam que a ausência do conselheiro pode gerar lacunas na estrutura de apoio logístico e estratégico da campanha, demandando ajuste imediato nas rotas operacionais e na comunicação institucional para mitigar efeitos sobre a trajetória eleitoral.



