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Política

MPE nega prisão de George Marques por conteúdo sobre Nossa Senhora Aparecida

PorGabriela MartinsVerificadoOrtografia IAPublicado Ontem às 22:39
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MPE nega prisão de George Marques por conteúdo sobre Nossa Senhora Aparecida
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público Eleitoral (MPE) considerou indícios de crime na conduta do funcionário George Marques, do Palácio do Planalto, e requereu a adoção de medidas cautelares, incluindo a suspensão de seu perfil no X e a proibição de uso de redes sociais até o fim das eleições 2026 ou do primeiro turno, conforme o andamento do pleito eleitoral.
  • O MPE indeferiu o pedido de prisão preventiva de George Marques, apesar da notícia-crime apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro, que também solicitou a suspensão do exercício da função pública por ele.
  • A Justiça Eleitoral terá a responsabilidade final por analisar as medidas cautelares solicitadas no processo.
Resumo Editorial

O MPE nega prisão preventiva a George Marques, suspeito de crime eleitoral por divulgação de conteúdo sobre Nossa Senhora Aparecida, e impõe suspensão do seu perfil no X até 2026 ou primeiro turno.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) considerou que o funcionário George Marques, vinculado ao Palácio do Planalto, cometeu conduta criminosa ao divulgar, por meio de sua conta no X, conteúdo relacionado à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) na polêmica em torno da devoção a Nossa Senhora Aparecida, fato que gerou requereimento de medidas cautelares, incluindo a suspensão do perfil na rede social e a vedação de uso de redes sociais até o término das eleições 2026 ou do primeiro turno eleitoral.

Contexto Institucional e Procedimentos Judiciais da Apuração

Na segunda‑feira (28/9), o MPE concluiu que há indícios de crime eleitoral na conduta de George Marques, responsável por atos de comunicação oficial vinculados à administração do governo federal; a notícia‑crime apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro sustentou o pedido de medidas cautelares, embora o órgão tenha indeferido a prisão preventiva solicitada.

O parecer judicial também determinou a proibição de criação de novos perfis, uso de contas terceiras ou recrutamento de terceiros para contornar a decisão, medida que será analisada definitivamente pela Justiça Eleitoral no processo em curso.

Ponto de Destaque

O MPE requereu a suspensão do perfil de George Marques no X até o fim das eleições 2026 ou do primeiro turno, caso este seja concluído antes.

Repercussão Política e Desdobramentos Futuro

A decisão do MPE gerou reação imediata dos envolvidos: Flávio Bolsonaro repudiou categoricamente a informação, afirmando que não existe projeto para alterar o título de Nossa Senhora Aparecida e que a denúncia é falsa; ao mesmo tempo, Janja, esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez questão de ostentar medalha em homenagem à padroeira, sinalizando apoio institucional à tradição religiosa.

As medidas cautelares permanecem sob análise da Justiça Eleitoral, que terá competência para confirmar ou revogar a suspensão do perfil e a vedação de uso de redes sociais, enquanto o processo segue em fase decisória com possíveis recursos.

Atenção / Ponto Crítico
A decisão da Justiça Eleitoral sobre as medidas cautelares deverá ser finalizada até o término do primeiro turno das eleições 2026, sob pena de descumprimento da ordem judicial.

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