O levantamento da pesquisa AtlasIntel, divulgado em 3 de setembro, revelou empate técnico com margem de erro de dois pontos percentuais entre o ex-deputado federal ACM Neto, filiado à União, e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores, nos cenários de primeiro e segundo turnos da disputa pela chefia do executivo estadual, após consulta a 1.804 eleitores baianos entre 28 de agosto e 2 de setembro com nível de confiança de 95% e registro sob nº BA-08891/2026 no TSE.
Contextualização da Apuração e Caracterização da Pesquisa
A pesquisa AtlasIntel, registrada sob o número BA-08891/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e conduzida por meio de recrutamento digital aleatório entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro, analisou a intenção eleitoral na Bahia com amostragem estatisticamente representativa de 1.804 indivíduos, dentro de um intervalo de confiança de 95%, revelando empate técnico — dentro da margem de erro — entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues em cenários hipotéticos para governador nos dois turnos eleitorais.
O contexto institucional que envolve a pesquisa reforça sua relevância técnica, uma vez que os dados foram submetidos a controle rigoroso de amostragem e não sofreram distorções metodológicas, consolidando sua validade para orientar estratégias partidárias e previsões de vitória em um dos estados mais politicamente voláteis do país.
O empate técnico entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues na Bahia configura cenário inédito na política estadual contemporânea.
Repercussão Política e Diretrizes Jurídicas da Disputa
A formalização do empate técnico acirra as tensões partidárias no estado, especialmente por envolver um ex-deputado federal que já protagonizou polêmicas sobre sua declaração de mudança étnica ao TSE em 2026, fato que demanda esclarecimentos adicionais por parte da Justiça Eleitoral e órgãos competentes para garantir a transparência do processo.
Ao mesmo tempo, a vantagem registrada para Lula (PT) na corrida presidencial — com 52,8% das intenções no primeiro turno — reforça o peso estratégico da Bahia como laboratório político para o PT rumo à reeleição presidencial em 2026.



