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Política

Mendonça e Fachin ignoram pedido de audiência, mantendo Vorcaro em limbo judicial

PorIgor GadelhaVerificadoOrtografia IAPublicado Há 53 min
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Mendonça e Fachin ignoram pedido de audiência, mantendo Vorcaro em limbo judicial
Fatos Rápidos da Notícia
  • O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, permanece preso desde março de 2026 após pedido de revogação da prisão preventiva que não foi atendido pelos gabinetes dos ministros André Mendonça e Edson Fachin
  • A defesa de Vorcaro tentou obter audiências com os dois ministros, mas ambos negaram o pedido, com o gabinete de Fachin alegando que a remessa das petições à presidência do STF não alterou a relatoria
  • A situação gerou revolta na defesa, que questiona a inviabilização do acesso à justiça garantido pela Constituição para o réu.
Resumo Editorial

A prisão preventiva de Daniel Vorcaro, do Banco Master, permanece em limbo judicial após recusa persistem dos gabinetes dos ministros Mendonça e Fachin em conceder audiência, violando o direito constitucional de acesso à Justiça.

A indefensável persistência da prisão preventiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, desde março de 2026, revela um impasse institucional no Supremo Tribunal Federal (STF), onde os gabinetes dos ministros relatores André Mendonça e Edson Fachin recusaram sistematicamente pedidos de audiência da defesa, mantendo o banqueiro em situação jurídica ambígua e em clara violação ao princípio constitucional do acesso à Justiça.

Impasse Processual e Negativa de Audiência no STF

A defesa de Daniel Vorcaro, representada pelo advogado Sérgio Leonardo, tentou em setembro de 2023 agendar audiências com os gabinetes dos ministros relatores do STF, André Mendonça e Edson Fachin, visando à revisão da prisão preventiva decretada em março de 2026, embora o tribunal já tenha consolidado a relatoria do caso junto ao primeiro magistrado.

O recorrente alegou que a permanência na prisão impossibilita o exercício regular da defesa, contrariando o disposto no artigo 5º, inciso LV, da Constituição Federal, enquanto os respectivos gabinetes justificaram a negativa com a suposta continuidade da relatoria ou a necessidade de remessa formal à presidência do tribunal.

Ponto de Destaque

O dono do Banco Master permanece preso desde março de 2026 sem acesso garantido à defesa perante o STF, segundo denúncia do advogado Sérgio Leonardo.

Consequências Jurídicas e Desafios Futuro para o Caso Master

O s ministros Mendonça e Fachin reiteraram que as petições foram remetidas à presidência do STF, sem que houvesse qualquer alteração na competência relatória original, fato que a defesa considera inóculto ao direito constitucional de acesso direto ao relator.

Com a continuidade da prisão e a recusa das audiências, a defesa sinaliza possível recurso extraordinário ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ou à própria Comissão de Constituição e Justiça do Senado, face à suspeita de cerceamento do direito fundamental de defesa.

Atenção / Ponto Crítico
A manutenção da prisão sem revisão judicial até novo despacho do STF pode configurar violação ao devido processo legal e exposição a recursos cabíveis em âmbito nacional.

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