O surfista e ex-participante do Big Brother Brasil Pedro Scooby, ao ser questionado sobre sua suposta condição de herdeiro em processo movido pela ex-funcionária Josilene, negou categoricamente qualquer conhecimento da ação e afirmou manter distanciamento total do pai, Alexandre Cosme Vianna, até a morte deste em 2021, fato este que se configura como base para o deslinhamento jurídico entre as partes envolvidas no litígio.
Contexto Familiar e Histórico da Ação Judicial
A apuração realizada com base em documentos judiciais obtidos pela reportagem revela que Alexandre Cosme Vianna, falecido em 2021, foi incluído como réu em ação movida por Josilene, ex-funcionária que alega ter atuado como 'laranja' em uma fazenda localizada em Vassouras, Rio de Janeiro, e assinado documentos com a falsa pretensão de vínculo societário com empresas vinculadas à família Vianna; segundo a Denúncia Pública, a autora depende de benefício previdenciário por incapacidade decorrente de acidente vascular cerebral, o que justifica a demanda por inexistência de relação jurídica societária e indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil.
Antecedentes familiares e financeiros indicam que Pedro Scooby, apesar de registrado como herdeiro na esfera patrimonial da falecida família, manteve afastamento total do pai desde os 15 anos de idade, período durante o qual não houve contato nem vínculo afetivo ou patrimonial, conforme declaração oficial em que o surfista reforça que recebeu processos em seu nome após a morte paterna sem jamais assumir herança ou responsabilidade legal sobre eles.
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Repercussão Jurídica e Estratégia Defensiva.
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A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, responsável pela defesa de Josilene, protocolou pedido de declaração judicial afirmando a inexistência de vínculo societário entre a autora e as empresas acusadas, além da condenação moral no montante de R$ 10 mil, com base no princípio da dignidade da pessoa humana e na irregularidade na contratação do serviço doméstico sem formalização., João Vitor da Mota Vianna, irmão de Pedro Scooby, e mais duas mulheres foram incluídas como co-autores na mesma ação, o que reforça a complexidade do caso ao envolver múltiplos familiares em alegações de uso fraudulento de identidade para beneficiar interesses patrimoniais.
A Justiça concedeu prazo de 15 dias para resposta formal da defesa aos argumentos da ex-funcionária sob pena de revelia processual.



