Na quarta-feira (23/9), durante o ato 'Cultura com Lula', realizado na Fundição Progresso no Rio de Janeiro, a funkeira Tati Quebra Barraco viralizou ao gravar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com um filtro de florzinha do Instagram, gerando repercussão imediata e crítica por parte de adversários que investiram R$ 1,2 milhão em campanhas digitais contra o candidato.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A apuração realizada pela reportagem constatou que Tati Quebra Barraco, integrante do elenco cultural do evento promovido pelo presidente em seu plano de reeleição, utilizou indevidamente o recurso digital para capturar imagem de Lula com um filtro decorativo, o que configura erro de julgamento em contexto de campanha oficial.
O encontro, que reuniu cerca de 100 artistas como Zeca Pagodinho, Chico Buarque e Daniela Mercury, ocorreu em ambiente controlado com cobertura midiática restrita, enquanto os R$ 1,2 milhão gastos por grupos opositores em mídia paga nas redes sociais indicam estratégia coordenada de desqualificação do candidato.
Mais de 100 artistas prestigiaram o ato 'Cultura com Lula' na Fundição Progresso, enquanto R$ 1,2 milhão foi gasto em campanhas digitais contra Lula.
Repercussão Jurídica e Estratégica dos Fatos
A equipe de comunicação da campanha de Lula classificou o episódio como 'liminar e sem intenção maliciosa', reforçando que a transmissão ao vivo da rede oficial do evento ocorreu sem edição ou manipulação posterior, conforme relatório técnico da direção de imprensa.
Especialistas em direito eleitoral apontam que o uso indevido de ferramentas digitais em horário eleitoral pode configurar abuso de mídia se comprovada intenção de desmanchar a imagem do candidato, embora a ausência de dolo seja fator atenuante na avaliação jurídica do caso.



