Na noite de 10 de outubro, um vigilante de 53 anos lotado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina, no Distrito Federal, foi agredido por uma mulher de 34 anos após invasão da área interna da unidade para forçar atendimento médico, fato que culminou em socos no rosto do profissional e arranhões na agressora, conforme apuração da Polícia Civil do DF (PCDF).
Contexto Institucional e Procedimentos Investigativos
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) registrou que a agressora invadiu a área restrita da UPA, contrariando protocolos de segurança, e, ao ser contida pelos seguranças, reagiu com violência física contra os profissionais responsáveis pela contenção, desferindo socos no rosto do vigilante e causando arranhões à própria pessoa que havia invadido a unidade.
O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF), responsável pela administração da UPA, afirmou que o incidente ocorreu após a paciente manifestar insatisfação com a ordem de atendimento, o que configura contexto de crise clínica mal resolvida e evidência de falha na comunicação institucional entre equipe e usuário.
O vigilante sofreu três socos diretos no rosto durante o confronto com a agressora.
Repercussão O ficiais e Desdobramentos Imediatos
Em nota oficial, o Iges-DF repudiou categoricamente qualquer ato de violência contra os servidores de saúde e apoio, reafirmando que os protocolos de triagem nas UPAs obedecem à classificação de risco clínico e não à ordem de chegada, visando garantir prioridade àqueles em estado crítico.
As autoridades competentes aguardam o laudo pericial da PCDF para definir as medidas cabíveis, enquanto o vigilante permanece em atendimento médico e o caso segue sob investigação por injúria, vias de fato e lesão corporal.



