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Economia

Juros sobem após pesquisas eleitorais indicam empate técnico no segundo turno

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 45 min
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Juros sobem após pesquisas eleitorais indicam empate técnico no segundo turno
Fatos Rápidos da Notícia
  • A taxa do DI para janeiro de 2028 fechou em 13,655%, alta de 2 pontos-base em relação à sessão anterior
  • A taxa do DI para janeiro de 2035 registrou 14,03%, com elevação de 6 pontos-base
  • A dívida pública federal brasileira atingiu R$ 9,293 trilhões em agosto, com variação positiva de 0,04% frente a julho
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Na segunda-feira, 28 de abril, a curva de Depósitos Interfinanceiros (DI) do Brasil registrou ampla alta em todas as maturidades, impulsionada pela valorização dos títulos americanos e do petróleo no exterior, bem como pela análise de novas pesquisas eleitorais que mantêm o mercado em estado de tensão.

Contexto Institucional e Evolução das Taxas de Juros

As taxas dos DI fecharam a 28 de abril com alta generalizada na curva a termo: o DI para janeiro de 2028 encerrou em 13,655%, alta de dois pontos-base em relação à sessão anterior, enquanto o DI para janeiro de 2035 registrou 14,03%, expansão de seis pontos-base.

O movimento ocorreu em sintonia com a valorização dos Treasuries norte-americanos — o título de dez anos subiu 6 pontos-base, a 5,24% — e com o Brent ultrapassando US$ 105 por barril, reflexo do impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã após rejeição do acordo por Donald Trump.

A combinação desses fatores externos e das pesquisas eleitorais — BTG/Nexus e Quaest — que apontam Lula com leve vantagem técnica sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno — reforçou o apetite ao risco e demandou ajuste nas expectativas de juros domésticos.

Ponto de Destaque

A taxa do DI para janeiro de 2035 alcançou 14,03%, registrando elevação de seis pontos-base e reforçando o cenário de juros mais restritivos

Repercussão Jurídica e Estratégias Econômicas Pós-Eleitorais

O Tesouro Nacional divulgou que a dívida pública federal atingiu R$ 9,293 trilhões em agosto, com variação positiva de 0,04% frente a julho, sendo composta por 20,31% em títulos prefixados, 23,22% em títulos indexados à inflação, 52,74% em títulos com taxa flutuante e 3,74% em títulos cambiais.

O ministro da Fazenda destacou que o controle da trajetória da dívida será essencial para conter pressões inflacionárias e garantir sustentabilidade fiscal após o pleito eleitoral.

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Atenção / Ponto Crítico
O aumento das taxas DI acima de 13% pode pressionar o custo da dívida pública e limitar margem para políticas fiscais expansivas antes da definição do novo mandato

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