No âmbito da capital amazonense, a concentração de PM2,5 registrada na madrugada de 8 de outubro atingiu 235 microgramas por metro cúbico, nove vezes o limite seguro estabelecido pela O rganização Mundial da Saúde (O MS), conforme apuração da estação FioAres da Fiocruz. O evento ocorreu em plena crise de queimadas na Amazônia, com o pico da poluição coincidindo com a cobertura de fumaça que atingiu nove municípios e áreas indígenas da região, colocando em evidência a vulnerabilidade das comunidades locais à exposição prolongada a poluentes atmosféricos.
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O pico de poluição em Manaus superou em nove vezes o limite seguro da O MS para PM2,5, registrando 235 μg/m³ em 8 de outubro.


