Quatro pessoas ficaram gravemente feridas após a lancha que navegava no Lago Paranoá, DF, pegar fogo na tarde de 20 de setembro, com o socorro prestado às 16h37 no Setor de Clubes Sul, onde 13 indivíduos foram atendidos pelo Hran, incluindo quatro vítimas com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus, sendo todas internadas no Hospital Regional da Asa Norte.
Apuração dos Fatos e Caracterização do Incidente
A apuração realizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou o número de 13 pessoas atendidas pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran), entre as quais quatro apresentaram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus devido ao incêndio ocorrido na lancha no Lago Paranoá, conforme relato do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). As vítimas foram encaminhadas ao Hran para tratamento intensivo, com duas optando por transferência para hospitais privados, conforme protocolos emergenciais adotados no local.
O incidente aconteceu às 16h37 do dia 20 de setembro, quando a embarcação apresentou falha mecânica seguida de explosão e incêndio no Lago Paranoá, região central do Distrito Federal. As autoridades competentes acionaram imediatamente o Samu-DF e o CBMDF para o combate às chamas e o resgate das vítimas, enquanto a Marinha do Brasil assumiu a responsabilidade pela embarcação e iniciará os procedimentos investigativos previstos em seu regimento interno.
Quatro pessoas ficaram gravemente feridas com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus após lancha pegar fogo no Lago Paranoá
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuro
A Marinha do Brasil formalizou sua responsabilidade sobre a embarcação envolvida no acidente e comunicou que adotará todas as medidas legais e operacionais cabíveis para esclarecer as causas do incêndio, incluindo perícia técnica conjunta com órgãos especializados em segurança aquática e investigação administrativa para responsabilização.
O caso deve gerar análise sobre os protocolos de segurança em atividades recreativas aquáticas no Distrito Federal, com possíveis revisões nas normas de fiscalização da Marinha e nas diretrizes do Hran quanto ao atendimento a incidentes com múltiplas vítimas em estado crítico.



