Na noite de 10 de setembro, o candidato Leandro Grass (PT) questionou a responsabilidade pela crise financeira do Banco de Brasília (BRB) durante o debate eleitoral promovido pelo no Distrito Federal, enquanto as pesquisas da Quaest, divulgadas em tempo real, apontavam Celina Leão (PP) com 35% das intenções de voto para o GDF, seguidas por José Roberto Arruda (PSD) com 18% e Grass com 17%.
Apuração e Contexto da Contestação no Debate Eleitoral
O embate occurredo sob o patrocínio da Fibra e da Fecomércio-DF, com apoio do IDP, reuniu seis candidatos ao Governo do Distrito Federal em um cenário marcado pela tensão entre as posturas sobre a gestão econômica e a transparência fiscal. Kiko Caputo (Novo) iniciou a ofensiva retórica ao indagar Grass sobre sua avaliação da 'corrupção que corrói o dinheiro público', ao que este rebateu com veemência: 'Essa direita do DF fala que tem responsabilidade fiscal, mas quem quebrou o DF foi a direita. Falam que a esquerda não sabe governar, mas quem quebrou o BRB? Foi a direita'.
Antecedentes revelam que o BRB enfrenta déficit estrutural desde 2022, com responsabilidades atribuídas à gestão anterior do então governador Rodrigo Rollemberg (MDB), enquanto Grass, ao assumir compromisso público com transparência e controle social por meio de carta assinada, reforça sua proposta de valorização salarial para professores e policiais do DF como pilares de sua agenda administrativa.
Leandro Grass afirmou que a crise do BRB foi provocada pela gestão da direita no Distrito Federal, responsabilizando-a diretamente pela falência financeira do banco.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuros
A postura de Grass gerou reação imediata da legenda do Novo, representada por Caputo, que defendeu a autonomia técnica da gestão do DF e rebateu a acusação ao afirmar que 'a direita não governa o DF, é o suprassumo do centrão', destacando seu DNA na administração pública. A Polícia Civil do DF e o Ministério Público Federal mantêm investigações sobre possíveis irregularidades na administração do BRB, com foco na arrecadação tributária e na concessão de linhas de crédito irregulares.
Com o pleito de valorização salarial para servidores públicos como elemento central de sua campanha, Grass busca consolidar apoio junto à base pedagógica e policial, enquanto os próximos passos incluem a submissão de projetos ao Tribunal de Contas do Distrito Federal e a definição de prioridades orçamentárias em diálogo com a Câmara Legislativa.



