Renan Santos, candidato do Movimento Brasil Livre à Presidência da República, afirmou em entrevista à TV em 26 de junho de 2024 que, em casos de assalto ou latrocínio, o sangue derramado deve ser do criminoso e não da vítima, defendendo que pessoas que apontam arma ou se defendem são juízes da própria vida e que policiais devem atirar para matar.
Detalhamento e Contexto Apurado
O candidato declarou que não cumprirá decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) consideradas 'ilegais', afirmando que descumprir ordens judiciais é dever do cidadão quando elas colocam em risco a vida de pessoas, como em operações policiais em favelas Renan Santos criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de quebrarem o sigilo de fonte jornalística, classificando-a como violação à cláusula pétrea da democracia e afirmando que não cumprirá decisões que considerem 'grotescas' ou contrárias a princípios constitucionais.
Informações apuradas com confirmação das fontes e órgãos responsáveis.
Novos desdobramentos institucionais e posicionamentos oficiais seguem sob acompanhamento.



