O Ministério Público do Paraguai indiciou Santiago Peña, que foi presidente do país e sofreu impeachment, e Carlos Carvallo, ex-presidente do Banco Central paraguaio. A promotoria também decretou a prisão preventiva de ambos.
A denúncia está relacionada a supostas irregularidades na alocação de recursos públicos e previdenciários no Ueno Bank, além dos mecanismos de supervisão e controle da instituição e da suposta prestação de informações incompletas ou alteradas sobre essas funções.
Sobre Peña, o Ministério Público atribui a suposta prática de lesão de confiança, na qualidade de instigador, e administração em proveito próprio, na qualidade de autor.
Já Carlos Dagoberto Carvallo Spalding foi acusado pela suposta prática de lesão de confiança, produção de documentos públicos com conteúdo falso e administração em proveito próprio, também na qualidade de autor.
