Na quarta-feira (10/9), os seis principais candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF) se enfrentaram em debate promovido pelo, em Brasília, onde confrontaram-se diretamente sobre os rumos da gestão pública, com destaque para as críticas ao déficit de R$ 5 milhões e à dívida de R$ 16 bilhões do BRB e do Inas.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
O encontro, ocorrido no auditório do, reuniu Celina Leão (PP), José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Ricardo Cappelli (PSB), Paula Belmonte (PSDB) e Leandro Grass (PT), que disputam o comando do Palácio do Buriti nas eleições de 2026, em um cenário marcado pela crise fiscal do Distrito Federal, onde o déficit público atinge R$ 5 milhões e o BRB e o Inas carregam débitos que ultrapassam os R$ 16 bilhões.
A apuração jornalística constatou que o debate, transmitido em rede nacional, seguiu rígido protocolo de perguntas com tempo controlado — 30 segundos para a pergunta e dois minutos para a resposta — estruturado para garantir equilíbrio entre os participantes e evitar interrupções indiscriminadas, enquanto as tensões aumentavam ao abordar temas como gestão financeira, saúde pública e mobilidade urbana.
O DF enfrenta déficit de R$ 5 milhões e dívida acumulada de R$ 16 bilhões no BRB e no Inas.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
José Roberto Arruda (PSD) rebateu as acusações de gestão irresponsável defendendo a necessidade de enxobramento da máquina administrativa, propondo a fusão de secretarias sob a égide do Centrad e o corte de aluguéis de cargos comissionados para gerar superávit orçamentário.
Kiko Caputo (Novo) contestou duramente a narrativa do déficit, alegando que os recursos existem mas são mal alocados, enquanto Celina Leão (PP) destacou investimentos recentes na saúde, como a contratação de 33 mil cirurgias e 200 mil consultas, para reforçar sua gestão orientada à eficiência.



