O clube recorreu ao STJD após Neymar ser suspenso por duas partidas com base na Lei Vini Jr. A punição decorre de um cartão vermelho recebido na partida contra o Bahia, quando o atacante cobriu a boca com a mão durante uma discussão com Rodrigo Nestor.
O enquadramento ocorreu pelo artigo 191, inciso II, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atitudes de desrespeito à ética e conduta desportiva. O Santos contesta a aplicação da Lei Vini Jr., argumentando que não houve ato racista no episódio.
A defesa do Peixe também cita punições recentes de outros atletas, como Arthur Cabral, do Botafogo, e Breno Lopes, do Coritiba, que receberam apenas um jogo de suspensão em casos semelhantes. Neymar já cumpriu uma partida de suspensão no empate sem gols contra o Palmeiras.
Em pronunciamento nas redes sociais, Neymar afirmou: “Não sou muito de falar sobre o que acontece no jogo, mas o que o Nestor fez comigo é muito sério. Sério porque é uma lei criada contra o racismo, e ele quis se beneficiar”. O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro Sávio Pereira Sampaio após alerta do VAR.



