Na quarta-feira (16/9), durante o desfile da terceira edição do Catwalk, realizado na Arena Mané Garrincha em Brasília, o grupo Patubatê, composto por percussionistas do Distrito Federal, apresentou uma performance inovadora ao transformar sucata e materiais reciclados em instrumentos musicais, integrando ritmos tradicionais brasileiros como maracatu e samba com elementos eletrônicos, sob a curadoria da Sol Nascente Associação Cultural, com fomento da Secretaria de Turismo do DF.
Contexto Institucional e Histórico da Integração Artística
A apuração jornalística constatou que o Patubatê, grupo de percussionistas originário do Distrito Federal, participou da passarela do Catwalk na quarta-feira (16/9), apresentando uma proposta artística que alia sustentabilidade e herança cultural por meio da reutilização de sucata e objetos cotidianos como instrumentos musicais, sob a égide de uma logística reversa consciente.
O evento, que reúne mais de 30 marcas entre 14 e 18 de setembro na Arena Mané Garrincha, consolida-se como plataforma de diálogo entre moda, arte e responsabilidade socioambiental, destacando-se pela ousadia na escolha de manifestações não convencionais que ampliam o repertório sensorial do desfile tradicional.
O Patubatê, grupo de percussionistas do Distrito Federal, transformou sucata e materiais reciclados em instrumentos musicais durante a apresentação na passarela do Catwalk.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos Institucionais
A Secretaria de Turismo do DF destacou a iniciativa como exemplo de economia criativa que reforça a identidade cultural brasiliana e potencializa o turismo sustentável, enquanto a Sol Nascente Associação Cultural afirmou que a integração entre arte e reaproveitamento reflete o compromisso institucional com a inovação responsável.
O Ministério da Cultura ainda avalia a possibilidade de incluir o projeto nas próximas linhas de fomento ao desenvolvimento cultural sustentável, considerando sua relevância para a formação de audiências críticas em relação ao consumo excessivo.
O s organizadores reforçam que a próxima edição do Catwalk deve ampliar ainda mais essa abordagem interdisciplinar, prevendo novas parcerias com coletivos artísticos que operem na fronteira entre moda e ecologia.



