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Política

Messias defende CNBB e condena "ataques e agressões" de Flávio Bolsonaro

PorPedro GrigoriVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 02:30
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Messias defende CNBB e condena "ataques e agressões" de Flávio Bolsonaro
Fatos Rápidos da Notícia
  • Autoridades e órgãos oficiais acompanham os desdobramentos do tema apurado.
  • Os registros, decisões e dados centrais foram confirmados formalmente.
  • Medidas institucionais e regulatórias permanecem em curso e sob monitoramento.
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Confronto entre Messias e Flávio Bolsonaro sobre suposta fake news da CNBB

O advogado-geral da União, Jorge Messias, manifestou solidariedade à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) após o senador Flávio Bolsonaro (PL) ter acusado a instituição religiosa de espalhar fake news relacionadas ao título de "padroeira do Brasil" de Nossa Senhora Aparecida.

Ponto de Destaque

Expresso minha total solidariedade à CNBB, diante dos ataques e agressões que injustamente vem sofrendo por parte do candidato Flávio Bolsonaro

A acusação de Flávio Bolsonaro ocorreu durante evento de campanha em Goiânia, onde o candidato alegou que a CNBB teria colaborado com o PT para difundir uma notícia falsa sobre a suposta retirada do título religioso.

Negativa da CNBB e fundamentos institucionais

A CNBB rebateu categoricamente as acusações, afirmando que "mentira não se combate com outra mentira" e que jamais produziu, autorizou ou participou da elaboração de informações falsas.

Ponto de Destaque

A CNBB não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura

O episódio remonta a um boato que circulou nas redes no início de setembro, originado de um comentário em programa televisivo sobre comportamento eleitoral e voto religioso, no qual se mencionava um suposto plano de setores católicos para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida.

O rigem do boato e contexto legislativo

A informação falsa ganhou força a partir de um projeto de lei apresentado em 2007 pelo deputado federal Victório Galli (MDB-MT), que propunha alterar o feriado de 12 de outubro e substituir "padroeira do Brasil" por "padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos\), como consta nos registros parlamentares.

Galli, que integrou o governo de Jair Bolsonaro como assessor especial da Presidência em 2019, teve seu projeto vinculado indevidamente ao atual debate eleitoral.

Messias criticou ainda o uso "ostensivo da Justiça contra cidadãos", em referência ao histórico jurídico do caso Master, enquanto o presidente da CCJ defendeu publicamente a conduta do AGU.

Ponto de Destaque

A mentira não se combate com outra mentira

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