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Polícia

Exame de DNA absolve homem condenado à morte após 41 anos de prisão

PorThays MartinsVerificadoOrtografia IAPublicado Há 52 min
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Exame de DNA absolve homem condenado à morte após 41 anos de prisão
Fatos Rápidos da Notícia
  • Douglas Stewart Carter, de 71 anos, foi liberado após pagar fiança após 41 anos no corredor da morte nos Estados Unidos
  • O juiz Derek Pullan, de Utah, determinou a soltura em 28 de setembro após novo exame de DNA que não encontrou ligação dele com o crime
  • O exame revelou que o sangue encontrado em uma maçaneta e em uma faca não é dele, minando a base da condenação por assassinato de Eva Olesen em 1985
Resumo Editorial

Quarenta e um anos após a condenação por assassinato, o exame de DNA comprovou a inocência de Douglas Stewart Carter, liberando-o após 41 anos de prisão.

Após 41 anos encarcerado no corredor da morte nos Estados Unidos, o idoso Douglas Stewart Carter, de 71 anos, foi liberado em 28 de setembro, após o pagamento de fiança, em virtude de exame de DNA que desconstruiu a base da condenação por assassinato da professora Eva O lesen, ocorrida em 1985.

Contextualização da Investigação e Antecedentes do Caso

A soltura foi determinada pelo juiz Derek Pullan, da Justiça Federal de Utah, após análise de novo exame pericial que demonstrou a ausência de qualquer vestígio biológico do réu nas evidências centrais do crime — o sangue localizado em uma maçaneta e em uma faca, utilizados como elementos indiciários na acusação original.

Douglas Stewart Carter manteve, desde a prisão, a tese de inocência, alegando que sua confissão por escrito fora extraída sob pressão policial e que testemunhas-chave que o incriminaram posteriormente reconheceram ter mentido sob coação ou indução.

Ponto de Destaque

Douglas Stewart Carter, de 71 anos, passou quatro décadas no corredor da morte após condenação por assassinato baseado em confissão forçada e perícia desmentida por exame de DNA.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuro

O juiz Derek Pullan destacou que a nova prova científica fragiliza substancialmente a acusação do Ministério Público, autorizando o relaxamento da custódia e a concessão da fiança como medida provisória enquanto aguarda novo julgamento, previsto para ocorrer em instância superior.

Especialistas em direito penal apontam que, apesar da absolvição técnica por falha na prova, o processo pode ser reaberto pela promotoria se novas evidências surgirem, configurando um cenário jurídico atípico no sistema americano.

Atenção / Ponto Crítico
A decisão do juiz não extingue o processo criminal; Carter permanece sob obrigação de comparecer a novas audiências e pode ser reconvocado ao júri para novo julgamento.

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