Em setembro, o Paysandu reintegrou o zagueiro Castro ao elenco para a reta decisiva da Série C do Campeonato Brasileiro, após dois afastamentos disciplinares que haviam colocado em xeque sua continuidade no clube da Curuzu, em um momento estratégico que pode definir o rumo da equipe na competição nacional.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A reintegração do atleta foi confirmada por meio de fontes internas do Paysandu e corroborada pela reportagem do Estado do Pará O nline, após uma série de episódios que geraram incerteza quanto à sua permanência no plantel. O primeiro afastamento ocorreu em maio, após Castro chegar atrasado a um treinamento, o que motivou avaliação institucional sobre a possibilidade de rescisão do contrato, embora o clube tenha optado inicialmente por readmití-lo poucos dias depois. No início de julho, nova retirada das atividades profissionais reforçou dúvidas sobre seu futuro, com conversas internas sobre rescisão ganhando corpo e até mesmo a Inter de Limeira aparecendo como possível destino, embora sem avanço efetivo no acordo.
Nos bastidores, a diretoria analisou os impactos técnicos e políticos da decisão, considerando o peso do jogador na temporada — que inclui reconhecimento como melhor zagueiro do Campeonato Paraense e contribuição relevante nas conquistas do clube em 2026, incluindo gol decisivo na final da Copa Norte — e a necessidade de reforçar a defesa em um momento em que cada partida tem relevância crucial para o alvinegro na luta pela permanência ou crescimento na Série C.
Castro volta ao elenco em setembro, num momento decisivo que pode definir o futuro do Paysandu na Série C.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A decisão da diretoria contrasta com negociações prévias de rescisão e com a possibilidade de saída para a Inter de Limeira, indicando mudança de estratégia por parte da gestão alvinegra, que optou por preservar o atleta em vez de buscar substituição imediata.
Com a chegada de três novos zagueiros — Pedro Carrerete, Lucas Rodrigues e Gustavo Henrique — e a presença de Bruno Bispo e Iarley, a concorrência pelo espaço defensivo se torna mais acirrada, exigindo avaliação técnica detalhada da comissão de Júnior Rocha para definir o papel de Castro na sequência final da temporada.



