Em julho de 2025, um intercâmbio interno entre Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco de Brasília (BRB), e Dario O swaldo Garcia Júnior, diretor de Direito de Finanças e Controladoria da instituição, revelou tensões operacionais críticas envolvendo o encaminhamento de documento referente à liquidação de ativos adquiridos do Banco Master, com o primeiro alertando para a necessidade de prazo definido e pressão para a urgência no envio de ofício ao Banco Central.
Mais da metade dos R$ 12,8 bilhões em débito já foi resolvida, com R$ 4 bilhões pendentes na fase final crítica de liquidação.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Mitigação
A direção executiva do BRB optou por não comentar publicamente sobre as mensagens reveladas pela Polícia Federal, mantendo postura silenciosa diante das implicações criminais sugeridas pelo teor das comunicações internas; entretanto, fontes próximas ao conselho indicam que medidas internas estão sendo avaliadas para apurar responsabilidades individuais e eventuais desvios da conduta administrativa prevista no estatuto da instituição.
Especialistas em direito administrativo apontam que o uso de linguagem ameaçadora por parte de autoridade bancária pode configurar crime de coação contra agente público ou prega à autonomia do Banco Central, com pena prevista até cinco anos de reclusão caso comprovada a prática ilícita.



