No âmbito da preparação para o confronto decisivo contra a Ferroviária, marcado para o próximo domingo (13), às 16h, no estádio Fonte Luminosa, o treinador do Paysandu, Júnior Rocha, reavaliou a estrutura defensiva da equipe após a vitória por 1 a 0 sobre o Ituano, na última rodada do campeonato, em que o time manteve o gol à zero ao utilizar formação com três zagueiros.
Contexto Estratégico e Antecedentes da Reorganização Defensiva
A decisão do técnico Júnior Rocha de retornar ao esquema com três zagueiros se insere em um contexto de preocupação crescente com a solidez defensiva do Paysandu ao longo da temporada, fator que culminou na goleada sofrida por 2 a 1 diante do Brusque, que expôs falhas de marcação e concentração tática, conforme apuração realizada por meio de análise de vídeo e relatórios técnicos da comissão técnica.
As circunstâncias que motivaram a mudança ganham respaldo no desempenho defensivo demonstrado na vitória sobre o Ituano, quando a utilização do sistema com três zagueiros – Gustavo Henrique, Carrerette e Castro – permitiu ao Papão manter o placar limpo, consolidando a hipótese tática defendida pelo treinador como solução viável para corrigir os erros identificados nas derrotas anteriores.
O Paysandu não sofreu nenhum gol na vitória sobre o Ituano quando employing three defenders in a back three formation.
Repercussão Técnica e Desafios na Definição do Esquema Ideal
Júnior Rocha destacou que, embora Castro tenha retomado o ritmo após dois meses afastado por indisciplina e suspensão administrativa, sua inclusão no esquema não está definida, já que requer ajustes estruturais, sobretudo pela continuidade de Marcinho como peça-chave no meio-campo e na articulação ofensiva.
O técnico enfatizou ainda a necessidade de aprimorar o fechamento das linhas defensivas, a concentração durante as fases críticas e a leitura tática dos adversários, apontando que correções pontuais só serão efetivas após a implementação prática das mudanças nos treinamentos até o duelo contra a Ferroviária.



