A pesquisa Quaest, registrada sob o número BR-06004/2026 e divulgada em 21 de setembro, revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram os índices de rejeição eleitoral, com 56% e 55% respectivamente, números que, embora distintos, se encontram dentro da margem de erro de dois pontos percentuais prevista no levantamento. A sondagem, conduzida entre 17 e 20 de setembro com amostra de 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, aponta ainda que, em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro teria 42% das intenções de voto contra 41% de Lula, enquanto no primeiro turno, Lula lidera com 37% contra 33% do filho do ex-presidente.
Análise Quantitativa e Metodológica do Levantamento Eleitoral
A pesquisa Quaest, registrada sob o número BR-06004/2026 e divulgada oficialmente em 21 de setembro, entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, analisando intenções de voto para os turnos primeiro e segundo da campanha eleitoral de 2026. O s dados revelam que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente como o candidato com maior índice de rejeição, atingindo 56%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 55% de rejeição, mantendo o mesmo percentual observado no levantamento anterior realizado em 14 de setembro.
O contexto histórico da polarização política no Brasil configurou o cenário em que esses índices foram apurados, com os dois principais candidatos do atual governo e da oposição ultrapassando a metade dos eleitores em reprovação. Apesar da diferença nominal entre os percentuais de rejeição, a análise técnica confirma que a disparidade é insignificante para efeitos estatísticos, já que ambos permanecem dentro do intervalo de confiança amostral.
Flávio Bolsonaro registra índice de rejeição de 56%, sendo o candidato mais rejeitado segundo pesquisa Quaest registrada sob BR-06004/2026 e divulgada em 21/9.
Repercussão Política e Desdobramentos Estratégicos
As declarações oficiais sobre os resultados ainda não foram emitidas por nenhum dos pré-candidatos à Presidência ou por seus respectivos comitês de campanha, mantendo a estratégia tradicional de silêncio tático diante de índices negativos apurados por institutos terceirizados. A direção do Partido Liberal (PL) tem priorizado a análise interna da viabilidade eleitoral diante do alto índice de reprovação, enquanto a equipe técnica do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), aliança natural do presidente Lula na disputa, deve avaliar estratégias para mitigar o impacto da rejeição ao presidente no eleitorado nacional.
O s próximos passos incluem a definição de agenda política focada em temas quentes como segurança pública e economia familiar para reverter a percepção negativa dos eleitores, além da intensificação das visitas regionais nos estados-chave para reconstrução da imagem dos candidatos junto aos segmentos mais críticos da população.



