Na noite de segunda-feira (7/9), a menina de quatro anos, que testemunhou o assassinato da mãe, Flávia Gomes da Silva, foi encaminhada a um programa estadual de acolhimento para órfãos do feminicídio, conforme informou a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP).
Contexto Institucional e Histórico da Violência Doméstica
A apuração confirmou que Flávia Gomes da Silva, de 35 anos, foi morta a golpes de faca por seu companheiro, Anderson Gonçalves, 44, no bairro do Itapoã, após ser surpreendida durante deslocamento com a filha.
A governadora destacou que a vítima havia vivido anos em situação de violência doméstica sem medidas protetivas judiciais, evidenciando o risco latente para mulheres em relacionamentos abusivos e a necessidade urgente de denúncias para prevenir tragédias como essa.
A governadora ressaltou que o programa estadual acolheu a criança e reforçou a necessidade de denunciar ameaças de morte para evitar feminicídios.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Prevenção
Em pronunciamento durante agenda política na região do Paranoá, Celina Leão afirmou que o governo atua na ampliação de políticas públicas de saúde, educação e segurança alimentar para mitigar impactos como o vivenciado pela família.
A mandatária reiterou compromisso com combate ao machismo estrutural e à impunidade em casos de feminicídio, articulando ações preventivas com o envolvimento da sociedade civil e órgãos competentes.



