Por volta das 13h30, um assalto com refém se desenrolou dentro de um supermercado localizado na avenida Pedro Álvares Cabral, no bairro do Umarizal, em Belém, onde um homem identificado como Alexandre invadiu o estabelecimento armado e manteve pessoas sob ameaça na área da farmácia até ser detido pela Polícia Militar às 14h42 da terça-feira (29).
Contexto O peracional e Desdobramentos da O corrência
O suspeito invadiu o supermercado por volta das 13h30, adentrando a área da farmácia com arma de fogo e mantendo várias pessoas em estado de pânico, segundo informações oficiais da Polícia Militar. As negociações foram iniciadas imediatamente, com a atuação coordenada das equipes da Polícia Militar e o apoio do Batalhão de O perações Policiais Especiais (Bope), que reforçou o cerco tático para garantir a segurança dos reféns e a captura do agressor sem ferimentos físicos.
Ainda conforme os registros da corporação, Alexandre exigiu a presença de familiares e da imprensa antes de se entregar, condição que foi atendida após a chegada dos parentes; ao perceber que o cenário estava sob controle, ele abandonou o local e foi apprehendido pelos agentes no momento em que saiu do estabelecimento.
O caso registra ainda a participação de um segundo indivíduo, identificado apenas como envolvido secundário, que aguardava em uma motocicleta nas imediações e evadiu-se do local após o término das negociações, conforme informado no boletim policial.
O assalto com refém mobilizou equipes da PM e do BOPE em um supermercado na avenida Pedro Álvares Cabral, culminando na detenção do suspeito Alexandre após 72 minutos de negociação.
Repercussão Institucional e Próximos Desdobramentos
A Polícia Militar informou que o caso será formalmente encaminhado à Polícia Civil para responsabilizar os envolvidos e conduzir as investigações criminais, incluindo eventuais participações de terceiros, como o indivíduo em motocicleta que fugiu do local.
As autoridades destacam que o suspeito possuía histórico criminal, tendo fugido do sistema penitenciário há aproximadamente um ano por motivo de roubo, o que reforça a necessidade de apuração rigorosa sobre sua trajetória e possíveis conexões com outros delitos.
O inquérito será instruído pelo Ministério Público e deve apurar responsabilidades penais e eventuais falhas operacionais no atendimento à ocorrência, com possibilidade de medidas preventivas para evitar recorrência de fatos semelhantes em estabelecimentos comerciais.



