Em 26 de agosto, a Amapá Minerals formalizou na Agência Nacional de Mineração (ANM) uma denúncia referente à invasão de área requerida para pesquisa mineral, fato que se insere em um cenário de tensão entre interesses corporativos e práticas ilícitas na Amazônia Legal, onde 35,4% dos processos vinculados a minerais críticos e estratégicos correspondem a Permissões de Lavra Garimpeira (PLG).
Contexto Institucional e Procedimentos de Denúncia
Mais de 35% dos processos vinculados a minerais críticos na Amazônia Legal estão sob regime de Permissão de Lavra Garimpeira, modalidade que permite extração legalizada sob condições que frequentemente servem de fachada para mineração ilegal.



