Após três rodadas do quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro, o Paysandu sofreu cinco gols, consolidando a pior defesa do torneio com 32 bolas recebidas em 22 partidas, enquanto o Santa Cruz, líder do Grupo B, mantém invencibilidade defensiva com zero gols sofridos nas mesmas etapas.
Contexto Institucional e Histórico da Defesa Paysandu
A análise da defesa do Paysandu revela números críticos: 27 gols sofridos em 19 jogos na primeira fase, média de 1,42 por partida, e mais cinco na etapa decisiva, totalizando 32 gols em 22 confrontos, o que o coloca à beira da zona de rebaixamento após acumular apenas um ponto em três rodadas do Grupo C.
Antecedentes indicam que a fragilidade defensiva já era evidente antes do quadrangular, com a diretoria técnica realizando ajustes no elenco e no comando técnico para conter a sangria de gols, enquanto a imprensa esportiva e especialistas apontam para falhas táticas e falta de eficácia no jogo coletivo como principais causas da deterioração do desempenho.
O Paysandu encerra a competição com 32 gols sofridos em 22 jogos, registrando a pior defesa da Série C.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
Autoridades do Paysandu, por meio de seu departamento técnico, reconhecem a gravidade da situação e anunciam medidas corretivas visando a reconstrução da zaga, enquanto o Ministério Público Federal monitora eventuais irregularidades nos contratos de preparação física que poderiam ter contribuído para o desgaste físico dos atletas.
Diante do cenário, o clube conta com o apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para análise tática detalhada e deve enfrentar os três jogos remanescentes com urgência para evitar o descenso à Série D.



