O primeiro dia do júri popular sobre o caso Fernando Sastre Filho começou com cerca de duas horas de atraso devido à condução coercitiva de Giovanna Pinheiro Silva, ex-namorada do acusado. A juíza Melanie Liesenberg, do TJSP, determinou que Giovanna se apresentasse ao Fórum como testemunha antes do início do julgamento na quarta-feira (28). A defesa de Sastre alegou erro do Judiciário ao incluir o nome dela entre as 14 testemunhas arroladas, afirmando que não havia mais interesse em ouvi-la, mas, sem a dispensa oficial, ela foi levada ao local por autoridade policial.
Durante um dos testemunhos, Giovanna foi retirada do plenário após fazer um sinal com a cabeça ao ouvir o depoimento da testemunha ocular Nathalia Santanna Viana Lima. A atitude incomodou a banca de acusação, que solicitou a expulsão e a aplicação de multa de 15 salários mínimos contra a testemunha. A juíza aceitou a expulsão, mas decidiu avaliar a multa somente após o término do julgamento. Giovanna não possui defesa constituída no processo, pois atua apenas como testemunha e não como ré.



