No domingo, 6 de setembro, Larissa da Cruz Morata, 29 anos, técnica em radiologia, foi encontrada morta com um disparo na cabeça no banheiro de sua residência em Embu da Artes, São Paulo, após o revólver calibre 357 utilizado no crime ter sido localizado ao lado do corpo, conforme laudo preliminar da perícia que atesta a trajetória da bala por trás da orelha esquerda e saída pela frente.
Contexto Institucional e Antecedentes da Investigação
A apuração jornalística, baseada em documentos oficiais e depoimentos colhidos pela Polícia Civil, revelou que o caso, inicialmente registrado como morte suspeita, segue sob rigoroso sigilo pericial para determinar a dinâmica do disparo e o possível envolvimento do marido, o soldado Vinícius Costa Silva, 26 anos, preso em cumprimento a mandado de prisão temporária expedido pela Justiça comum durante o velório da vítima.
Conforme relatos do próprio agente militar, o casal havia encerrado o relacionamento pouco antes do óbito, e diversas mensagens e áudios atribuídos a Larissa expuseram crises de depressão profunda, com menções explícitas à vontade de morrer e ao consumo excessivo de antidepressivos e ansiolíticos.
Larissa morreu com um disparo na cabeça feito por revólver calibre 357 cuja trajetória foi confirmada por laudo pericial da Polícia Civil.
Repercussão Jurídica e Desdobramentos Futuramente
O advogado Roberto Montanari, representante do acusado, afirmou que o vídeo no qual Larissa atira com o mesmo revólver será integrado à investigação pela Polícia Civil para esclarecer se houve manipulação ou uso indevido da arma, reforçando a necessidade de análise técnica independente.
A defesa do soldado Vinícius Costa Silva sustenta que a morte foi autoinfligida após crise conjugal, enquanto familiares e amigos contestam essa versão, citando relatos de sofrimento intenso e ameaças de automutilação registradas nos áudios apreendidos.



