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Polícia

Laíssa dispara com revólver 357 antes de morte misteriosa

PorAlfredo HenriqueVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 18:37
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Laíssa dispara com revólver 357 antes de morte misteriosa
Fatos Rápidos da Notícia
  • Larissa da Cruz Morata, 29 anos, técnica em radiologia, foi encontrada morta com um disparo na cabeça no banheiro de casa em Embu da Artes, São Paulo, no domingo, 6 de setembro
  • O revólver calibre 357 usado no disparo foi encontrado junto ao corpo e o laudo preliminar indica que a bala entrou por trás da orelha esquerda e saiu pela frente
  • O marido, o soldado Vinícius Costa Silva, foi preso em cumprimento a mandado de prisão temporária expedido pela Justiça comum durante o velório da vítima
Resumo Editorial

Laíssa da Cruz Morata morreu após suposto suicídio com revólver calibre 357, enquanto investigações analisam possível homicídio por seu ex-marido, preso em cumprimento de mandado.

No domingo, 6 de setembro, Larissa da Cruz Morata, 29 anos, técnica em radiologia, foi encontrada morta com um disparo na cabeça no banheiro de sua residência em Embu da Artes, São Paulo, após o revólver calibre 357 utilizado no crime ter sido localizado ao lado do corpo, conforme laudo preliminar da perícia que atesta a trajetória da bala por trás da orelha esquerda e saída pela frente.

Contexto Institucional e Antecedentes da Investigação

A apuração jornalística, baseada em documentos oficiais e depoimentos colhidos pela Polícia Civil, revelou que o caso, inicialmente registrado como morte suspeita, segue sob rigoroso sigilo pericial para determinar a dinâmica do disparo e o possível envolvimento do marido, o soldado Vinícius Costa Silva, 26 anos, preso em cumprimento a mandado de prisão temporária expedido pela Justiça comum durante o velório da vítima.

Conforme relatos do próprio agente militar, o casal havia encerrado o relacionamento pouco antes do óbito, e diversas mensagens e áudios atribuídos a Larissa expuseram crises de depressão profunda, com menções explícitas à vontade de morrer e ao consumo excessivo de antidepressivos e ansiolíticos.

Ponto de Destaque

Larissa morreu com um disparo na cabeça feito por revólver calibre 357 cuja trajetória foi confirmada por laudo pericial da Polícia Civil.

Repercussão Jurídica e Desdobramentos Futuramente

O advogado Roberto Montanari, representante do acusado, afirmou que o vídeo no qual Larissa atira com o mesmo revólver será integrado à investigação pela Polícia Civil para esclarecer se houve manipulação ou uso indevido da arma, reforçando a necessidade de análise técnica independente.

A defesa do soldado Vinícius Costa Silva sustenta que a morte foi autoinfligida após crise conjugal, enquanto familiares e amigos contestam essa versão, citando relatos de sofrimento intenso e ameaças de automutilação registradas nos áudios apreendidos.

Atenção / Ponto Crítico
O mandado de prisão temporária permanece em vigor até decisão judicial posterior que analise a legalidade da prisão em horário de velório.

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