Na madrugada de domingo (6), uma operação policial realizada em um posto de combustíveis em Ananindeua resultou na condução de pelo menos dois indivíduos, incluindo o suposto gerente do estabelecimento, após negativas em prestar esclarecimentos sobre a distribuição de gasolina, enquanto prefeito Hugo Atayde e o candidato Dr. Daniel Santos criticaram o ato como perseguição política e mobilizaram investigações nas corregedorias das Polícias Militar e Civil.
Contexto Institucional e Procedimentos da O peração Policial
A ação, conduzida por agentes da Polícia Civil e Militar, ocorreu durante a preparação de uma carreata vinculada à campanha de Dr. Daniel Santos, com suspeitas de abastecimento irregular de veículos para apoio logístico à mobilização política.
O prefeito de Ananindeua, Hugo Atayde, já havia comunicado formalmente às autoridades a programação do evento, mas relatou que, durante a operação, frentistas e apoiadores foram conduzidos à Delegacia da Cidade Nova, com uso de spray de pimenta e alegações de agressão física contra a vereadora Nice.
Mais de dois indivíduos foram conduzidos à Delegacia da Cidade Nova após uma operação policial em Ananindeua que envolveu agentes da Polícia Civil e Militar.
Repercussão Política e Desdobramentos O ficiais
O prefeito acionou as corregedorias das Polícias Militar e Civil para apurar a conduta dos agentes envolvidos, afirmando que a operação teria sido determinada pelo governador do Estado com objetivo de desmobilizar a carreata de Daniel Santos.
Dr. Daniel Santos classificou a ação como perseguição política, acompanhou o caso na delegacia e declarou que os agentes atuariam contra a vontade própria deles, pedindo o respeito aos cidadãos de bem durante seu discurso público acompanhado de aliados políticos.



