A Polícia Científica do Estado de Goiás confirmou, nesta quinta-feira (17/9), a identificação da ossada encontrada na quarta-feira (16/9) pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) na Avenida Jataí em Aparecida de Goiânia, município situado a 222 km do Distrito Federal. Pertencente a Jefferson Motta, 43 anos, o corpo foi reconhecido por familiares após exames periciais que utilizaram vestimentas e um aparelho ortodôntico para corroborar a identificação, em razão do desaparecimento ocorrido após acidente de trânsito em 24 de julho.
Contexto Institucional e Procedimentos periciais
A identificação da ossada ocorreu após exames antropológicos e odontológicos conduzidos pela Seção de Antropologia Forense e O dontologia Legal (Safol) do Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia, órgão responsável por técnicas especializadas na análise de restos mortais e correspondência com registros biológicos. O s vestígios foram localizados nas imediações da Avenida Jataí, conforme informado pelo CBMGO, que coordenou as buscas na região após o último avistamento do cidadão.
O reconhecimento pelos familiares ocorreu por meio da identificação de uma blusa vermelha e uma calça jeans — roupas que o próprio Jefferson usava no dia do acidente —, além de um aparelho ortodôntico que integrou sua estrutura dentária, conforme relatos de parentes que acompanharam os procedimentos periciais.
A ossada foi reconhecida mediante vestimentas vermelhas e um aparelho ortodôntico, elementos biológicos que permitiram a identificação inequívoca de Jefferson Motta, 43 anos.
Repercussão jurídica e próximos desdobramentos
A Polícia Científica destacou que os exames complementares para apuração da causa mortis seguem em andamento no âmbito do IML, sem previsão para liberação dos restos mortais, medida que exige conclusão rigorosa dos laudos periciais. Autoridades competentes aguardam os resultados para eventuais encaminhamentos legais.
O caso deve inspirar investigações sobre as circunstâncias do acidente inicial e os protocolos de busca e resgate em áreas urbanas periféricas, com ênfase na necessidade de integração entre serviços emergenciais e investigação forense.



