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Polícia

Justiça paulista exige rastreamento de criptomoedas nos bens de sócios da Fictor

PorGabriella FurquimVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 22:01
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Justiça paulista exige rastreamento de criptomoedas nos bens de sócios da Fictor
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça de São Paulo determinou que dez corretoras informem a existência de contas, carteiras digitais, investimentos, saldos e outros ativos virtuais em nome do sócio, fundador e CEO da Fictor, Rafael Ribeiro Leite de Gois, e dos ex-sócios Rafael Paixão Ferreira Giuseppe e Luiz Phillippe Gomes Rubini.
  • O processo foi movido por uma investidora que aplicou R$ 300 mil na Fictor, após o esgotamento das diligências ordinárias de localização de bens.
  • A Fictor declarou dívidas de R$ 4,3 bilhões e busca recuperação judicial em fevereiro, afetando mais de 13 mil investidores e credores.
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Justiça ordena rastreamento de ativos digitais de sócios da Fictor

A Justiça de São Paulo determinou que dez corretoras forneçam, em prazo a ser fixado, informações detalhadas sobre a existência de contas bancárias, carteiras digitais, investimentos, saldos e demais ativos virtuais vinculados ao sócio, fundador e CEO da Fictor, Rafael Ribeiro Leite de Gois, bem como aos ex-sócios Rafael Paixão Ferreira Giuseppe e Luiz Phillippe Gomes Rubini.

Investidora aciona Justiça após esgotamento de diligências

A decisão foi proferida em resposta a uma ação movida por uma investidora que aplicou recursos no valor de R$ 300 mil na Fictor após o esgotamento das diligências ordinárias de localização de bens, buscando a identificação de patrimônio escondido para garantir eventual ressarcimento.

Recuperação judicial afeta milhares de credores

A Fictor, que declarou dívidas superiores a R$ 4,3 bilhões e entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro, vê-se ameaçada por uma crise que impacta mais de 13 mil investidores e credores, conforme informado no decorrer do processo.

Contestação do executivo e perspectivas futuras

O CEO da Fictor, Rafael Gois, recorreu da decisão alegando que a investidora responsável pela ação está incluída no plano de recuperação judicial do grupo, enquanto o Judiciário mantém a obrigação das corretoras de prestar contas sobre os ativos digitais vinculados aos acusados.

Com a abertura dessa investigação, a Justiça busca coibir a chamada "dispersão de patrimônio" praticada pelos sócios, que, segundo credores, teria dificultado o reconhecimento efetivo dos direitos dos participantes da Fictor.

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