Na noite de 12 de setembro, durante o Rock in Rio, a influenciadora digital Brunna Gonçalves, musa da Grande Rio, evitou comentários sobre Ludmilla e Anitta ao ser questionada por jornalistas na área VIP, após o empresário da dançarina ter orientado que ela não abordaria o tema Anitta em seu novo papel de destaque na agremiação de Caxias.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A apuração realizada pela equipe editorial confirmou que Brunna Gonçalves, no segundo ano consecutivo como musa da Grande Rio em 2027, recebeu orientação do empresário da artista para evitar referências a Anitta durante o evento, conforme relato divulgado pelo jornal Extra, enquanto Ludmilla prepara sua estreia como rainha de bateria da mesma escola em 2027.
Antecedentes indicam que a relação entre Brunna e Ludmilla já havia sido marcada por tensões públicas desde 2019, quando a funkeira contestou a inclusão do nome de Anitta nos créditos autorais de "O nda Diferente", fato que culminou em desabrigamento emocional e publicação de áudios e mensagens privadas em 2020.
Brunna Gonçalves segue como musa da Grande Rio pelo segundo ano consecutivo em 2027, consolidando sua posição simbólica na agremiação após desavenças públicas com Ludmilla.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Procuradoria Geral do Estado confirmou estar acompanhando a ação judicial movida por Alexandre Frota contra Brunna Gonçalves, que acusa o influencer de inferiorização racial, com base em declarações publicadas nas redes sociais no início de 2024.
Enquanto isso, a direção da Grande Rio declarou que a escolha de musa e rainha de bateria segue critérios artísticos e estratégicos, sem prejuízo à autonomia das artistas envolvidas no conflito.
Especialistas em direitos humanos apontam que a denúncia reflete um debate latente sobre representatividade e linguagem racista em festividades populares.
A defesa de Brunna afirmou que as acusações carecem de fundamento jurídico e que as declarações foram tomadas fora de contexto.



