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Política

Jornalista do EPOL sofre ameaça em local de votação em Belém

PorMayra PenicheVerificadoOrtografia IAPublicado Há 47 min
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Jornalista do EPOL sofre ameaça em local de votação em Belém
Fatos Rápidos da Notícia
  • Um jornalista da EPOL foi ameaçado no domingo (4) enquanto registrava a movimentação de um grupo próximo à Escola Santo Afonso, em Belém
  • Dois homens abordaram o profissional, um proferiu palavrões e afirmou ser de 'blog' que repudiava o candidato Adriano Coelho, ameaçando-o a deixar o local em dez minutos
  • O caso foi registrado pela equipe do Estado do Pará Online e envolve possível boca de urna, prática proibida pela legislação eleitoral no dia da votação
Resumo Editorial

Ameaça a jornalista do EPOL por documentar aglomeração eleitoral próxima à escola, configurando possível crime de boca de urna e coação de votante sob pena de anulação.

No domingo (4), um jornalista da equipe do Estado do Pará O nline (EPOL) foi ameaçado enquanto registrava a movimentação de apoiadores do candidato Adriano Coelho nas proximidades da Escola Santo Afonso, em Belém, onde a prática de boca de urna, vedada pela legislação eleitoral no dia da votação, pode ter configurado infração contra as normas de campanha.

Contexto Institucional e Apuração dos Fatos

A apuração realizada pelo Estado do Pará O nline constatou que o grupo, com música alta e aglomeração, encontrava-se a poucos metros da entrada da unidade de ensino, com referência explícita aos números 1500 vinculados à campanha de Adriano Coelho; ao perceberem a gravação, dois indivíduos aproximaram-se do profissional, um dos quais proferiu palavrões, afirmou pertencer a um 'blog' crítico ao candidato e determinou que o jornalista deixasse o local em dez minutos, além de ameaçar: 'Cuidado com o vídeo'.

O episódio ocorreu em um cenário de intensa polarização política, com o EPOL apurando possíveis indícios de violação à Lei nº 9.504/1997, que proíbe a propaganda eleitoral no dia da eleição, e o caso segue sob investigação para determinar se houve crime de boca de urna ou coação de votante.

Ponto de Destaque

O jornalista foi ameaçado por apoiadores do candidato Adriano Coelho enquanto registrava movimentação em local próximo à escola, em clara violação à legislação eleitoral vigente.

Repercussão Jurídica e Positionamentos O ficiais

A Diretoria do EPOL formalizou registro de ocorrência às autoridades competentes e reiterou seu compromisso com a apuração rigorosa dos fatos, enquanto o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) informou que está ciente do caso e avalia medidas cabíveis para coibir práticas ilegais nas proximidades dos locais de votação.

Especialistas em direito eleitoral ressaltam que a ameaça à integridade do processo de voto pode configurar crime eleitoral com pena prevista em lei, e o Ministério Público Federal no Pará deve ser acionado para apurar eventuais vínculos entre os agressores e a campanha de Coelho.

Atenção / Ponto Crítico
O prazo máximo para oferecer prova da prática de boca de urna é de 48 horas após a constatação da conduta, sob pena de anulação do processo eleitoral ou aplicação de sanções administrativas.

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