Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniram na manhã de domingo (18/10) na Praça do Museu Nacional da República, em Brasília (DF), para o ato denominado "virada", com o objetivo de consolidar apoio à reeleição do petista para o segundo turno das Eleições de 2026, em um contexto de intensificação da campanha política em meio à disputa pelo Governo do Distrito Federal.
Contexto Histórico e Estratégico do Atos de Reeleição
O evento, organizado pela articulação política da base lulaísta no Distrito Federal, reuniu parlamentares eleitos como Fábio Felix (PSol), Max Maciel (PSol), Keka Magno (PSol), Gabriel Magno (PT) e Ricardo Vale (PT), além de Leandro Grass, candidato do PT ao Governo do Distrito Federal, que busca consolidar aliança com a governadora Celina Leão (PP) no segundo turno.
A concentração ocorreu após uma série de mobilizações recentes, incluindo ato estudantil promovido pelo DCE da UnB e pela UNE na terça-feira (13/10), que denunciou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) com o lema "Bolsonaro nunca mais" e defendeu a soberania nacional e a democracia.
Mais de 5 mil pessoas compareceram ao ato da virada na Praça do Museu Nacional da República, marcando presença significativa na mobilização a favor da reeleição de Lula.
Repercussão Política e Desafios Institucionais
A manifestação gerou declarações imediatas das lideranças partidárias, com o Diretório Central dos Estudantes da UnB destacando que a luta contra o fascismo e pela universidade pública permanece central nas agendas regionais e nacionais.
Enquanto isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantém vigilância sobre as campanhas estaduais e municipais, que podem impactar diretamente o cenário presidencial em 2026.



