Na tarde de sábado (19/9), a jornalista e candidata ao governo regional de Áncash, Susy Isabel Aponte Polo, 43 anos, conhecida como "La China Polo", foi morta a tiros durante ato de campanha eleitoral na Avenida Ramón Castilla, em Caraz, Huaylas, Peru, onde cinco apoiadores também resultaram feridos e a própria vítima morreu no local após tentativas de socorro.
Contexto Institucional e Apuração do Crime
A investigação apurada pela Polícia Nacional do Peru confirmou que a candidata foi surpreendida por um indivíduo armado que se aproximou à queima-roupa e efetuou vários disparos na Avenida Ramón Castilla, próximo à Caja Huancayo e ao mercado local, onde a comitiva distribuía material informativo aos eleitores; as imagens de câmeras de segurança e os relatos de testemunhas foram fundamentais para identificar o padrão da ação criminosa e localizar o suspeito em fuga.
O crime ocorreu em pleno ato de campanha da coligação Socios por Áncash, momento em que Aponte Polo, reconhecida por suas investigações sobre corrupção no Ministério Público, forças policiais e administração municipal, exercia papel de liderança política e jornalística com credibilidade consolidada na região.
Susy Isabel Aponte Polo, jornalista de renome e candidata ao governo regional, morreu após ser atingida por múltiplos tiros durante ato de campanha em Caraz, Huaylas.
Repercussão Política e Desdobramentos Legais
O ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Valentín Fernández, expressou profunda comoção e exigiu a instâncias competentes uma investigação célere, independente e exaustiva para apurar as circunstâncias do atentado e responsabilizar todos os envolvidos na morte da jornalista.
As autoridades peruanas prenderam o suspeito venezuelano Luis O bispo Díaz, 32 anos, em posse de arma de fogo durante revista policial rotineira, o que reforça a suspeita de vínculos com redes criminosas transnacionais operantes na região.



