No sábado (19/9), o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) localizou o corpo de Fagner de Lima O liveira, 32 anos, que se afogou após a canoa motorizada virar no Lago das Brisas, em Buriti Alegre (GO), durante acidente ocorrido na manhã de sexta-feira (18/9), quando pai e filho caíram da embarcação durante passeio recreativo; a busca pelo filho de quatro anos continua com sete mergulhadores no local.
Contexto do Acidente e Desdobramentos O peracionais
A investigação preliminar apura que a canoa, utilizada para lazer no lago artificial, virou em razão de instabilidade na embarcação, segundo relatório inicial do CBMGO divulgado à imprensa; as condições climáticas e o estado do equipamento serão analisados com maior rigor para determinar responsabilidades técnicas ou humanas no ocorrido.
Antecedentes indicam que o Lago das Brisas, localizado em área de recreação turística em Buriti Alegre, já registrou episódios similares nos últimos dois anos, com reforço na fiscalização por parte da Secretaria de Meio Ambiente e Turismo para garantir segurança em atividades aquáticas não regulamentadas.
O corpo da vítima foi encontrado a aproximadamente 20 metros de profundidade e encaminhado ao Instituto Médico Legal para constatação da causa mortis, enquanto as operações de busca pelo menor continuam com equipe multidisciplinar composta por mergulhadores especializados e suporte técnico da Defesa Civil.
O corpo de Fagner foi localizado a 20 metros de profundidade e resgatado por mergulhadores do CBMGO após horas de buscas no Lago das Brisas
Repercussão Institucional e Perspectivas Futuras
A Diretoria do CBMGO acionou protocolo emergencial e mobilizou todos os recursos humanos e materiais disponíveis para dar continuidade às buscas, coordenadas pela Chefia de O perações de Salvamento Aquático, enquanto o Ministério Público do Estado aguarda laudo pericial para eventual abertura de inquérito por homicídio culposo.
Especialistas apontam que a ausência de equipamentos obrigatórios, como coletes salva-vidas e sinalizadores sonoros nas canoas desportivas, pode configurar omissão grave na fiscalização por parte do poder público, demandando revisão imediata das normas regionais para turismo fluvial.



