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Política

Marinho acusa Dino de manipular STF para favorecer Lula na eleição

PorLuana PatriolinoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 39 min
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Marinho acusa Dino de manipular STF para favorecer Lula na eleição
Fatos Rápidos da Notícia
  • Senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, criticou o ministro Flávio Dino, do STF, por derrubar decisão que restringia publicação de Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida, afirmando que a ação atropela competência da Justiça Eleitoral e favorece Lula na disputa eleitoral
  • A postagem de Antonio Tabet, publicada inicialmente em 24/9, não mencionava Flávio Bolsonaro, mas circulou nas redes com alegações de que ele apoiava o projeto para retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida
  • Ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE, havia determinado a remoção do conteúdo e a supressão de publicações relacionadas a Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida, decisão que foi derrubada por Dino, que considerou falta de certeza suficiente sobre ilegalidade para justificar restrição à liberdade de expressão
Resumo Editorial

Marinho denuncia que Dino desclassificou decisão do TSE que limitava difamação eleitoral, ampliando risco de propaganda falsa contra Lula.

No domingo (27/9), o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, criticou o ministro Flávio Dino, do STF, por derrubar decisão que restringia a publicação de Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida, alegando que a ação atropela a competência da Justiça Eleitoral e favorece Lula na disputa eleitoral.

Contexto Institucional e Procedimentos O ficiais da Apuração

Ponto de Destaque

A decisão do ministro Flávio Dino derrubou restrição à circulação de conteúdo considerado falso pela Justiça Eleitoral em plena disputa presidencial.

Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais

Atenção / Ponto Crítico
O TSE tem prazo legal de 30 dias para avaliar representações eleitorais relacionadas à propaganda desinformativa, sob pena de perda de eficácia no processo.

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