Mais de 158,7 milhões de brasileiros, incluindo 1,6 milhão de jovens entre 16 e 17 anos e cerca de 17 milhões de eleitores acima de 70 anos, comparecem às urnas no domingo, 4 de outubro, para definir o presidente da República, além de renovar as bancadas legislativas e eleger autoridades em 5.571 municípios e 186 cidades no exterior.
Contexto Institucional e Apuração Eleitoral
A Justiça Eleitoral concluiu o processo de preparação das urnas eletrônicas, com o TRE-DF iniciando a carga e lacração de mais de 6 mil dispositivos em todo o Distrito Federal, garantindo a integridade do voto em um eleitorado que ultrapassa a marca histórica de 158,7 milhões de pessoas aptas a participar do primeiro turno.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inelegível por condenação e sob prisão domiciliar, vê sua candidatura ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL), escolhido por Jair Bolsonaro, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) completa a chapa petista em um cenário marcado pela polarização geracional e pela estratégia de mobilização de eleitores jovens e idosos.
Mais de 158,7 milhões de brasileiros aptos a votar em outubro de 2026, superando a marca histórica da última eleição presidencial.
Repercussão Jurídica e Estratégias Políticas
A decisão do TSE em dezembro de 2025 ao homologar a chapa Lula-Alckmin gerou resistência em setores da direita e dúvidas internas ao bolsonarismo, mas consolidou o principal duelo da disputa como entre o petista e o filho do ex-presidente, que contabiliza mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe.
Com Geraldo Alckmin como vice na chapa petista e Alfredo Gaspar ao lado de Flávio Bolsonaro na coligação adversária, os partidos buscam maximizar mobilização em bases etárias distintas: Lula apela ao engajamento dos mais velhos e aos jovens por meio de parcerias com artistas, enquanto seus adversários focam em redes digitais e discursos voltados ao eleitorado jovem.



