Na terça‑feira (25), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que todas as minas depositadas nas águas internacionais do Estreito de O rmuz foram removidas ou detonadas, e ameaçou destruir sistematicamente quaisquer embarcações que tentem instalá‑las novamente.
Contexto Estratégico e Contexto Histórico da Ação
A Marinha dos Estados Unidos confirmou a efetiva remoção das minas, reforçando que o estreito — via navegável de fundamental importância para o comércio global — está livre de quaisquer dispositivos explosivos submersos, medida que se insere num esforço coordenado de segurança marítima em resposta a crescentes tensões com o Irã.
O s antecedentes revelam que, desde o início do ano, Washington tem intensificado a vigilância naval no O riente Médio, inclusive ao cancelar ataques previstos contra a Montanha Pickaxe, instalação subterrânea que, segundo Israel, abrigaria parte do estoque iraniano de urânio enriquecido e de centrífugas avançadas.
Todas as minas do Estreito de O rmuz foram removidas ou detonadas, segundo confirmação da Marinha dos EUA.
Repercussão Política e Perspectivas Futuras
A declaração presidencial foi publicada na plataforma Truth Social, onde Trump reiterou que qualquer tentativa de reintroduzir minas será metida com destruição imediata e sistemática, reforçando a política de tolerância zero adotada pela Força Espacial para monitorar cada centímetro quadrado da região.
Especialistas em segurança marítima apontam que a ausência de minas reduz significativamente os riscos ao trânsito comercial, mas advertem que a retórica agressiva pode desencadear escaladas diplomáticas; nos próximos dias, o Congresso americano deve avaliar medidas legislativas de reforço à presença naval no Golfo Pérsico.



