Na madrugada de quarta-feira (7), dois indivíduos armados invadiram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h de Tabatinga, no Amazonas, onde proferiram três tiros contra Eldo Gomes de Souza, de 49 anos, na UTI da unidade, após o paciente receber atendimento por disparos de arma de fogo e passar por cirurgia; o crime, que vitimou um homem que havia sido inicialmente socorrido em condições críticas, ocorreu em uma unidade sem sistema de câmeras de segurança, conforme relato de funcionário presente à cena, e mobilizou imediatamente as forças policiais locais para o início das investigações.
Contexto Institucional e Antecedentes da Investigação
As imediações da UPA 24h de Tabatinga foram palco de um crime que abalou a comunidade local ao resultar na morte de Eldo Gomes de Souza, vítima identificada pelas autoridades como paciente que havia sido inicialmente atendido na unidade com ferimentos provocados por disparos e posteriormente transferido à UTI para tratamento intensivo.
Segundo relato de um funcionário do hospital que preferiu não se identificar, a ausência total de sistema de câmeras de segurança no local representou falha estrutural conhecida pelos profissionais, que vêm expressando preocupação com a vulnerabilidade física dos pacientes e equipes em face da recorrência de ameaças à integridade física em unidades de saúde do interior amazonense.
As Polícias Militar e Civil do Amazonas acionaram-se imediatamente ao crime, adotando protocolos operacionais para isolamento da cena e início das diligências visando apurar a dinâmica do ataque e identificar os autores por meio de testemunhos colhidos ainda na manhã do mesmo dia.
O paciente Eldo Gomes de Souza, de 49 anos, foi morto a tiros dentro da UTI da UPA 24h de Tabatinga após receber atendimento inicial por ferimentos provocados por arma de fogo.
Repercussão O ficinal e Desdobramentos Imediatos
A Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Tabatinga formalizou o inquérito para apurar as circunstâncias do homicídio e responsabilizar os autores, enquanto a Polícia Civil do Amazonas e a Polícia Militar do Estado mantiveram comunicação institucional sobre o andamento das investigações e o comprometimento com a busca pela justiça.
Profissionais da saúde continuam a reiterar a necessidade urgente de medidas concretas para reforço da segurança nas unidades prontas para atendimento, especialmente em regiões com histórico de violência contra pacientes e equipes.
As autoridades devem apresentar nos próximos dias um plano preliminar de ações para prevenção de novos episódios em instalações similares, sob pena de responsabilização administrativa ou criminal caso falhas estruturais sejam constatadas.



