Na quarta-feira (26), durante a partida entre Vasco e Vitória pela Copa do Brasil no São Januário, o diretor do clube, Admar Lopes, manifestou forte insatisfação com a atuação do árbitro Matheus Candançan após a expulsão de Cauã Barros aos 13 minutos do primeiro tempo e a suposta omissão de um pênalti a favor da equipe da casa, que culminou na vitória por 1 a 0 e na manutenção da vantagem do empate para as quartas de final.
Contexto Institucional e Procedimentos Apurados
A expulsão de Cauã Barros, ocorrida logo no início do confronto após contato com a bola durante disputa ofensiva, foi inicialmente caracterizada com amarelo antes de ser revertida para vermelho por análise do VAR, decisão considerada por Admar Lopes como 'erro grotesco' e que deixou o Vasco com inferioridade numérica por mais de 80 minutos.
O dirigente português formalizou pedido à CBF para que o árbitro não seja escalado em jogos decisivos do Vasco, exigindo maior competência técnica e preparação dos profissionais designados, em razão do histórico questionável de Candançan em confrontos anteriores envolvendo o clube.
O Vasco venceu por 1 a 0 com gol de Andrés Gómez no segundo tempo, garantindo vantagem decisiva para as quartas de final da Copa do Brasil.
Repercussão O ficiosa e Desdobramentos Estratégicos
A CBF ainda não se pronunciou publicamente sobre o pedido formal de Admar Lopes, embora o protocolo da entidade prevê análise técnica das atuações dos árbitros com base em relatórios oficiais e comissões independentes.
O jogo de volta das quartas de final está marcado para quarta-feira (2), às 21h30, no Barradão em Salvador, onde o Vasco precisa de empate ou vitória para avançar, enquanto o Vitória exige triunfo por dois ou mais gols para garantir a vaga diretamente.


