Entre sexta-feira (4) e domingo (6), durante a 28ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a Editora Fruto Proibido recebeu notificação oficial após a identificação de um indivíduo mascarado em seu estande, fato que gerou alarme institucional e repercusão imediata no cenário cultural brasileiro.
Apuração e Contexto da O corrência
A Editora Fruto Proibido reforçou que não compactua com atitudes desconhecidas e manifestou repúdio à repercussão gerada pelo fato isolado durante a 28ª Bienal do Livro.



