Na última quinta-feira (10/9), a Seleção Brasileira Feminina de Vôlei garantiu mais uma vitória contundente por 3 sets a 0 sobre a Colômbia, no contexto do Sul-Americano de Vôlei Feminino, realizada no Rio de Janeiro, mantendo o retrospecto invicto na competição.
Contexto da Lesão e Desdobramentos da Consequência
A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) confirmou, em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (11/9), a lesão parcial do ligamento colateral medial sofrida pela oposta Rosamaria durante o primeiro set do confronto contra a Colômbia, válido pela fase final do Sul-Americano. A atleta saiu do jogo ainda no início da vitória brasileira por 3 sets a 0, que contou com os placares de 25 x 19,25 x 18 e 36 x 34, sendo Ana Cristina, a ponteira, a maior pontuadora da partida com 28 pontos.
O fato ocorre em momento estratégico para a equipe nacional, que busca consolidar domínio no torneio continental sem perdas até o momento. A ausência da jogadora compromete o rodízio tático e exige ajustes imediatos no esquema ofensivo, já que sua experiência e força no bloqueio são fundamentais para o equilíbrio defensivo do time.
A ausência de Rosamaria, maior bloqueadora da seleção brasileira, impacta diretamente o equilíbrio defensivo da equipe no Sul-Americano.
Repercussão Técnica e Perspectivas de Recuperação
Segundo a CBV, Rosamaria iniciou imediatamente o tratamento fisioterapêutico especializado e seu retorno ao vôlei está previsto para dentro de três a seis semanas, conforme avaliação médica atualizada. A diretoria técnica monitora seu progresso com cautela, garantindo que sua volta seja planejada para evitar recorrência do edema.
Com o triunfo sobre a Colômbia, o Brasil segue com 100% de aproveitamento no campeonato continental e agora enfrenta o Chile, neste sábado (12/9), às 13h30, e em seguida a Argentina, no domingo (13/9), às 12h, em jogos decisivos para a definição do título.



