O senador Camilo Santana (PT-CE), coordenador da campanha de Lula, classificou como 'farsa' reportagem da revista Veja que alegou que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria liberado R$ 30 milhões para um documentário sobre o petista em troca de acesso aos fundos de pensão de servidores federais, informação já desmentida pela Polícia Federal e pela própria equipe jurídica da campanha, que acionou medidas judiciais para responsabilizar a publicação e o ex-banqueiro.
Apuração e Contexto das Acusações
A apuração jornalística revelou ausência total de comprovação por parte da Polícia Federal, que confirmou que Vorcaro não prestou depoimento com o teor relatado pela Veja nem entregou documentos que sustentassem a alegação de transferência financeira ou negociação irregular com o Tesouro Nacional; além disso, a suspeita de manipulação da gravação — por possível edição ou uso de inteligência artificial — tem sido ventilada pela equipe jurídica da campanha como mecanismo para fraudar a opinião pública durante o período eleitoral.
Conforme histórico de atos e declarações, Camilo Santana, ex-ministro da Educação durante o governo Lula, reiterou que não existe qualquer mensagem, áudio ou registro oficial que respalde a narrativa veiculada pela revista, reforçando a caracterização do caso como fake news, enquanto a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Federal mantêm postura de alerta quanto à possível desinformação com fins políticos.



