Na madrugada de domingo, após uma sequência de três derrotas consecutivas que o relegaram à última colocação da Série A italiana, a Fiorentina confirmou o afastamento do técnico Fabio Grosso, encerrando sua breve passagem de menos de três meses à frente do clube; a decisão foi formalmente comunicada por meio de comunicado oficial emitido pela diretoria esportiva, consolidando a crise institucional vivida pelo time desde o início da temporada.
Contexto Institucional e Histórico da Despedida Técnica
A Fiorentina oficializou o desligamento do treinador Fabio Grosso após uma sequência desfavorável de resultados que expôs a fragilidade tática e a ausência de eficácia ofensiva, com a equipe somando apenas um gol marcado e nove sofridos nas três primeiras rodadas da Serie A.
Grosso, que assumiu o cargo em 8 de junho substituindo Paolo Vanoli, havia sido contratado para reestruturar o time após o fracasso de Vanoli em evitar um início de campanha sem vitórias sob comando de Stefano Pioli, tendo antes conduzido o Sassuolo ao acesso à Serie A e mantido uma trajetória de médias campo na liga italiana.
A Fiorentina registrou apenas um gol em três partidas, enquanto nine adversários balançaram as redes contra ela.
Repercussão Jurídica e Estratégia para a Reestruturação Técnica
A decisão foi tomada em reunião extraordinária da diretoria esportiva, que destacou a necessidade de mudança imediata para salvar o campeonato e evitar o descenso, com fontes próximas ao comando do clube afirmando que o processo de busca por novo treinador será acelerado para garantir continuidade competitiva antes do duelo contra o Venezia.
Specula-se que nomes como Massimiliano Allegri ou Maurizio Sarri sejam priorizados no mercado técnico italiano, enquanto a Federação Italiana de Futebol monitora os desdobramentos para eventuais impactos no regulamento e na classificação internacional.



