Na noite de quarta-feira (2), o meia Arrascaeta, integrante do banco de reservas do Flamengo, desembarcou no Maracanã com um par de óculos de fototerapia de luz verde, dispositivo que emitiu comprimentos de onda verdes para regular a melatonina, estimular cortisol e dopamina, com o objetivo de otimizar a concentração e o estado de alerta do atleta antes da partida contra o Mirassol, enquanto sua ausência na escalação obedecia ao rodízio adotado pelo técnico Leonardo Jardim em decorrência da intensa carga de jogos do clube no Brasileirão e na Libertadores.}.
Contexto Institucional e Procedimento Técnico da Intervenção
A apuração realizada pela reportagem constatou que o equipamento utilizado por Arrascaeta corresponde a um sistema de terapia de luz reconhecido em ambientes de alta performance esportiva, cujo princípio ativo reside na emissão controlada de comprimentos de onda verdes, capazes de bloquear a secreção da melatonina — hormônio associado ao sono — e estimular a liberação de cortisol e dopamina, neuroquímicos vinculados ao estado de vigília e foco pré-competitivo. O uso do aparelho, documentado por imagens captadas durante o desembarque da delegação rubro-negra, gerou curiosidade entre analistas e torcedores devido ao formato não convencional dos óculos, embora sua função tenha base em protocolos validados para recuperação fisiológica e preparação cognitiva.
Antecedentes indicam que o rodízio operacional adotado por Leonardo Jardim não se restringe a critérios técnicos isolados, mas responde a uma estratégia estrutural de gestão de carga atlética, diante da simultânea participação do Flamengo no Campeonato Brasileiro e na Copa Libertadores, onde a rotatividade do elenco se mostra essencial para preservar a integridade física dos jogadores em um calendário exigente.



