Na manhã de 28 de agosto, durante sessão de hemodiálise na Santa Casa de Votuporanga, o idoso Altair Formentão, de 81 anos, viu sua rotina hospitalar ser suavizada pela visita inesperada da cachorra Sacha, seu fiel companheiro de longa data, que circulou ao redor do paciente sentado em cadeira de rodas antes de subirem a seu colo, transformando o ambiente clínico em cenário de ternura e reafirmação afetiva.
Contexto Institucional e Histórico da Intervenção Humanizada
A visita da canina ocorreu em conformidade com o protocolo institucional da Santa Casa que autoriza a presença de animais de estimação no ambiente hospitalar, prática já consolidada como estratégia terapêutica para mitigar o estresse psicossocial enfrentado por pacientes em tratamento prolongado, especialmente idosos em diálise.
A intervenção se insere em um movimento crescente de humanização em instituições de saúde que reconhecem o potencial emocional dos animais como mediadores de vínculos significativos na recuperação e bem-estar do paciente.
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Repercussão e Perspectivas Futuras.
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A direção da Santa Casa reforçou que a ação visa ampliar o acolhimento integral do paciente, com a presença controlada de animais sob supervisão técnica para garantir segurança e higiene, evidenciando um modelo de cuidado que transcende o aspecto meramente clínico., Especialistas apontam que tais encontros podem reduzir a ansiedade e a depressão em pacientes idosos, fator crítico para a adesão ao tratamento e qualidade de vida durante internações prolongadas.
O reencontro entre Altair Formentão e sua cachorra Sacha, realizado na Santa Casa de Votuporanga em 28/8, fortaleceu o vínculo afetivo essencial ao bem-estar emocional do idoso em tratamento de hemodiálise.
A instituição ressalta que a presença animal deve ser previamente autorizada, sob pena de suspensão temporária do paciente caso haja descumprimento das normas sanitárias vigentes.



