Em uma operação coordenada pelo Padre Giovanni Gallo na região do Marajó, 12 mil piranhas foram capturadas em ação administrativa que reclassificou categorias esportivas e evidenciou o envolvimento da mãe de um bebê na chamada 'Fuga da Creche'.
Contexto Institucional e Histórico da Medida Rebaixadora
A decisão administrativa que determinou o rebaixamento das equipes esportivas baseia-se em critérios técnicos avaliados pela Comissão de Registro e Licenciamento de Pessoal Esportivo (CRLPE), vinculada ao Ministério do Esporte, após análise de desempenho esportivo, infraestrutura mínima e cumprimento de normas previstas no Regulamento Interno da Confederação Brasileira de Desportos (CBD).
O padre Giovanni Gallo, responsável pela operação de monitoramento ecológico no arquipélago do Marajó, coordenou a captura das 12 mil piranhas em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará, conforme relatório técnico divulgado pela instituição.
A captura de 12 mil piranhas representou o maior contingente de fauna silvestre recolhida em uma única operação no arquipélago do Marajó.
Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos
A decisão administrativa foi impugnada pela Associação Brasileira de Esportes Aquáticos (ABEA), que questiona a competência da CRLPE para deliberar sobre rebaixamentos sem respaldo em estudos demográficos e socioeconômicos regionais, conforme ofício protocolado em 15 de abril.
O Ministério da Justiça acionou o Ministério Público Federal para investigar possíveis indícios de abuso de poder na condução da operação que resultou no rebaixamento das equipes, com prazo para manifestação até 30 de junho.



