Na noite de sábado (5), um incêndio de grande magnitude atingiu um galpão da Ceagesp na zona O este de São Paulo, destruindo cerca de 30 mil metros quadrados e comprometendo 320 boxes destinados à comercialização de produtos perecíveis, com perdas estimadas em 80 carretas de frutas e alimentos, conforme informou Hilton Piquera, secretário do Scaf; o fogo, registrado às 23h21 na avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946, foi controlado às 9h10 do domingo (6) após a mobilização de 16 viaturas do Corpo de Bombeiros.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
O incêndio, ocorrido no pavilhão identificado como MFE-A, localizado no entreposto da Ceagesp — Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo —, atingiu setores estratégicos do varejo atacadista de frutas, com estrutura metálica totalmente comprometida e retorcida devido ao calor intenso, conforme constatado pelas equipes de perícia da Defesa Civil durante vistoria preliminar no local no início da manhã de domingo.
O equipamento, que integra um dos maiores polos logísticos de alimentos do país, é administrado pela Ceagesp e abastece centenas de comerciantes por meio de 325 módulos ocupados por 265 empresas, conforme dados do Scaf; a interdição temporária do local, determinada pela Defesa Civil e entregue aos diretores da Ceagesp, prevê novas avaliações técnicas para definir medidas corretivas e garantir a segurança estrutural antes da reabertura.
O incêndio destruiu 30 mil metros quadrados e provocou perdas equivalentes a 80 carretas cheias de frutas e alimentos perecíveis no galpão da Ceagesp.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Ceagesp afirmou, por meio de nota oficial, que mantém diálogo permanente com os comerciantes afetados e reforçou o compromisso de restabelecer as operações o quanto antes, destacando que o Varejão continua aberto aos domingos e que apenas as áreas próximas ao pavilhão incendiado permanecem isoladas para trabalho de rescaldo e perícia técnica.
Autoridades como Hilton Piquera ressaltam que a prioridade imediata é assegurar a continuidade das atividades comerciais por meio de alternativas logísticas, enquanto a Defesa Civil sinaliza que novas vistorias determinarão as condições para possível reabertura gradual do entreposto.
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