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Polícia

Mãe agrediu filho com socos após criança registrar imagem durante sono

PorLarice de PaulaVerificadoOrtografia IAPublicado Há 30 min
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Mãe agrediu filho com socos após criança registrar imagem durante sono
Fatos Rápidos da Notícia
  • Uma mulher foi presa em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, suspeita de agredir o filho de 8 anos com socos nas costas e na perna após se irritar com uma foto tirada enquanto dormia
  • O incidente ocorreu na terça-feira (13/10), conforme registrado pela Polícia Civil de Goiás
  • A suspeita foi autuada pelos crimes de maus-tratos e desacato e encaminhada à unidade policial para procedimentos legais
Resumo Editorial

A mãe foi detida em Águas Lindas por agredir o filho de 8 anos, causando lesões nas costas e perna após irritação com fotografia durante o sono.

Na terça-feira (13/10), uma mulher foi detida pela Polícia Civil de Goiás sob suspeita de agredir o filho, de 8 anos, com socos nas costas e na perna após irritação provocada por uma fotografia tirada durante o sono.

Contexto da Investigação e Antecedentes Imediatos

A apuração realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Águas Lindas de Goiás, vinculada à 17ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), confirmou que a criança foi encontrada com lesões visíveis no rosto e sangramento nasal após o ocorrido.

Conforme registrado no boletim policial, a suspeita teria sido localizada após denúncia da família, que procurou a autoridade competente ao constatar os danos físicos na criança, sendo a ocorrência submetida a procedimentos rigorosos de coleta de provas e registro formal.

Ponto de Destaque

O menor sofreu lesões corporais nas costas e na perna, conforme constatado pelos peritos da cena do crime.

Repercussão Jurídica e Medidas Preventivas

A autoridade responsável pela DPCA informou que a mulher foi autuada em flagrante pelos crimes de maus-tratos e desacato, com base nos artigos 5º e 225 do Código Penal Brasileiro, sendo encaminhada à unidade penitenciária local para apreciação do conselho tutelar e trâmites legais.

Especialistas em direito penal apontam que o caso deve gerar investigação complementar sobre o histórico familiar e pode culminar em medidas cautelares como a interdição da guarda parental.

Atenção / Ponto Crítico
A criança permanece sob proteção da família e do conselho tutelar, com prazo máximo de 48 horas para avaliação psicossocial.

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